Agora vai \o/

No último post, em fevereiro, disse que o próximo conteúdo seria sobre os três primeiros meses do Davi. De gestação, né? Então… aqui estou eu, escrevendo sim sobre os primeiros três meses dele, só que de vida.

Pois é. Se passaram 9 meses desde aquele post. Eu já escrevi aqui sobre a força de ciclos de 9 meses pra mim, né? É engraçado! Eu tenho zero controle dessa contagem. Eu simplesmente senti necessidade de retomar agora, pra valer, quando percebi que mais uma vez a força do número 9 estava presente. Pela numerologia, o 9 fala sobre inícios e finais de ciclos. Além disso, está associado à espiritualidade. Na astrologia, a casa 9 do mapa é relacionada à fé e expansão de consciência. A força do número 9 por si só já explicaria o motivo de eu estar confiante de que agora o espiri.A.tual vai sair do meu universo interno para ganhar o coraçãozinho de irmãos de alma por aí. : ) Mas pensando aqui mais a fundo, fiz uma conexão interessante enquanto escrevia. Tenho lua em Sagitário. A casa 9 tem, por natureza, sintonia com este signo. E quando falamos de lua, estamos falando de sentimentos. Hoje temos uma lua cheia no céu. E, não coincidentemente, ela está em Gêmeos, meu signo solar e ascendente. Lua cheia é o transbordar do que? Das emoções. E o signo solar é o que? A nossa missão. A nossa essência. Tá aí. Estou, hoje, transbordando minha essência da comunicação. Minha missão de levar às pessoas um conteúdo com o propósito de inspirar. Muito legal, né? Adoro quando começo entender as relações. Tudo faz tanto sentido.

Mas voltemos aos três meses do Davi. Quero falar não sobre detalhes da maternidade em si, mas contar um pouco das experiências que tenho vivido, traçando sempre o paralelo com o universo espiritual e as sincronicidades que percebo. Meu objetivo é mostrar como a gente tem a habilidade de sentir, de enxergar as coisas acontecendo, entendendo que nada acontece por acaso. É uma questão de começar a estudar e se conectar.

Bom, são muitas coisas… 6 meses de gestação desde o último post mais 3 meses de uma nova Bruna como mãe (uau, olha aí o 9 de novo), mas vou contar aqui sobre as que mais me marcaram. E vou aproveitar para falar mais sobre a Cris, minha amiga astróloga, de quem eu já falei aqui e prometi que vocês conheceriam melhor.

Vamos começar com uma data que me marcou muito, bem no comecinho da gravidez. Passei um Natal abençoado, como falei no último texto, quando contei pra minha vovó que eu estava esperando meu tão sonhado bebê. E, como disse, ela já estava bem fraquinha. Então, janeiro já começou com um misto de emoções. Era hora de marcar meu primeiro ultrassom. E como eu tinha medo de ultrassom, né, gente! Liguei na clínica do Dr. Pedro Peregrino, médico maravilhoso, que procurei depois da segunda perda, especialista em fertilidade, e que estava me acompanhando na tentativa de me tornar mãe. Eu tinha ligado pra ele, contando do teste positivo de farmácia, e ele me orientou a agendar o ultrassom de confirmação para a primeira semana de janeiro. Aí falei com a assistente para marcar e ela disse que a data que tinha disponível era 6 de janeiro. Ok, marquei. E fiquei super ansiosa. Ao mesmo tempo que queria que chegasse logo, estava com medo. Ficava orando, pedindo para Deus acalmar meu coração. Além da ansiedade, tinha toda a carga emocional por conta da vovó no hospital.

Uma noite escutei uma mensagem. Não é como uma voz clara. É uma capacidade de captar informações e ideias do plano espiritual. Esses dias li que este tipo de mediunidade chama Clariconsciência*. Dizia assim: “lembre-se do significado do dia 6 de janeiro”. Adormeci e no dia seguinte acordei já na intuição de buscar no Google o tal significado da data, quando me lembrei que era Dia de Reis. Na hora meu coração já encheu de paz. Pela história, nessa data os 3 Reis Magos chegaram à Jerusalém com ouro, mirra e incenso para saudar o nascimento de Cristo. Pronto. Entendi que aquela mensagem tinha vindo para me tranquilizar. Daquele momento até chegar o esperado dia do ultrassom, fiquei muito confiante e o medo foi embora. Lindo, né? Em homenagem a este episódio, fiz a decoração do quartinho de Indaiatuba do Davi (meu pimpolho, que vi pela primeira vez naquele dia 6 de janeiro) inspirada no tema. Abaixo algumas fotinhos. : )

*Descobri que existem 4 tipos de poderes psíquicos: clarividência (visão), clariaudiência (audição), clarissenciência (sentir) e clariconsciência (conhecimento). Eu sempre quis saber como se chamava essa sensibilidade que eu tinha. Aí quando li sobre, achei super interessante.

O papel de parede tem os Reis Magos a caminho da manjedoura e troquei a estrela de Belém pela estrela de Davi.
Nos nichos coloquei uma Nossa Senhorinha com um tercinho na mão e a Sagrada Família em amigurumi.
E fiz 3 quadrinhos muito especiais. Um com o Davi sendo abençoado pela minha vovó e pela vovó do Dani, que também faleceu neste ano – com poucos meses de diferença – ambas em formato de anjinhas. O do meio com uma poesia que minha irmã fez pra ele, tão linda e única. E o terceiro que é uma imagem pronta, mas que escolhi por significar, pra mim, eu, ele, a nossa cachorrinha Teka – representada pelo carneirinho – e o espírito do irmãozinho que não encarnou, o que perdi na primeira gestação – representado pelo pássaro que remete ao Espírito Santo.

Essa foi uma das coisas que mais me marcou no início da gravidez.

Já no 3º trimestre, comecei a fazer uma brincadeira em família pra apostarmos a data de nascimento dele, pois eu queria tentar parto normal. Na mesma época, comecei a montar o quartinho dele em São Paulo, pois voltaríamos pra casa depois que ele nascesse. Passei a gestação inteira no interior. No 2º trimestre só dormi. rs. Aproveitei o fato de estar trabalhando como autônoma para fazer horários mais leves. Caí na procrastinação, né? Por isso acabei atrasando o lançamento do blog, que queria ter feito no começo deste ano.

Mas enfim. Sobre a data, conversei com a Cris sobre possíveis previsões astrológicas e ela logo disse que isso era bem delicado de conseguir ver no mapa. O importante foi que ela falou que os aspectos formavam um cenário para um parto tranquilo. Já o Dr. Pedro tinha combinado comigo que tentaríamos o parto normal, mas chegadas as 40 semanas – por eu ter tomado anticoagulante a gravidez inteira e dado o meu histórico – internaríamos para fazer indução e ver como se comportariam minhas contrações. Dia 24 de agosto era a data das 40 semanas. Mas algo me dizia que ele nasceria dia 31, exatamente um ano depois do meu pedido para Iemanjá.

Para resumir um pouquinho a história e focar nos sinais do astral, o Davi nasceu no dia 24 de agosto, por cesárea. Não tive dilatação.

Algumas semanas antes, fui na farmácia comprar uns itens para finalizar o enxoval dele e a atendente perguntou com quantos meses eu estava. Conversa vai, conversa vem, ela me contou espontaneamente que ela era um bebê arco-íris. Eu não sabia o que era. Cheguei em casa e pesquisei. É a forma como chamam os bebês que chegam abençoando a vida de pais que tiveram perdas anteriores. Fiquei pensando sobre o arco-íris. Pesquisando… será que ele me diria algo sobre a data? Pra falar a verdade, naquele momento, eu não soube fazer as conexões certas. Estava com o dia 31 na cabeça. Só depois do nascimento dele que eu fui mais a fundo na pesquisa do dia 24 de agosto e descobri algumas coisas preciosas.

Além do dia 24 na numerologia ser o Dia da União, na Umbanda é homenageado Oxumaré, orixá considerado Deus do Arco-Íris. Já pelo sincretismo religioso, é dia de São Bartolomeu. Natanael, como era chamado, foi um dos 12 apóstolos de Cristo e seu nome significa “Deus deu”.

E o dia 31? Bom… do ponto de vista da numerologia, foi quando o Davi completou a 1ª semana de vida. Quem conhece um pouco sobre a arte números, sabe que o 7 tem um significado forte. É o número da perfeição divina. Mas a ligação com a mãe Iemanjá vai muito além da interseção entre datas.

Toda força e conexão que senti em agosto de 2020, e que contei neste post, me fizeram dedicar a decoração do quartinho do Davi de São Paulo ao mar e à rainha das águas. Abaixo coloco fotos de alguns detalhes.

Uma coisa muito interessante que aconteceu foi que esses polvinhos de amigurumi ganhei de pessoas diferentes, que não faziam ideia da história do pedido à Iemanjá e de toda a conexão com o mar.

Eu já sabia que meu filho viria com toda essa energia maravilhosa. Mas escutar de uma profissional incrível – e mais que isso, uma bruxinha em quem eu confio de olhos fechados – tantas coisas que confirmaram o que eu senti exatamente 1 ano antes da chegada dele (é… agora eu amo agosto), foi a comprovação de que todo o meu processo de cura foi tão real e mágico quanto a intensidade com que me joguei nele.

E agora sim, para finalizar os relatos deste post, vou aprofundar no presente que a Cris me deu ao mandar a leitura do mapa natal do Davi, que encomendei dela assim que a rotina por aqui começou a me permitir pegar de novo no celular. rs

O nome dela é Cris Paz. Esta aqui é a página dela no Instagram. Foram muitas e muitas coisas que ela leu no mapa dele e me mandou em detalhes. Vou colocar aqui algumas das que mais me tocaram.

Davi nasceu com lua em Peixes. Meu coração encheu de emoção e transbordou amor quando ela disse que filho com esse posicionamento tem uma ligação profunda com a mãe e que a transforma em uma pessoa mais sensível e intuitiva, elevando seu lado emocional. Disse que ele teria uma atração natural pela água, elemento ligado às suas emoções. Tenho um áudio dela falando assim: “Qualquer gripe, alergia… leva pra praia, Bru. Você vai ver como o contato com a energia do mar vai sempre deixar ele bem”. Não poderia ser diferente, pensei.

Além disso, essa lua em Peixes está em conjunção com Netuno, planeta da sensibilidade, do misticismo, o que fortalece ainda mais as características tanto do signo quanto deste astro regente da casa 12, a mesma que tem afinidade natural com Peixes. E casa 12 é o que, gente? É o que de mais íntimo e profundo existe em nós. É o lugar dos sonhos. O ventre. Coincidência? Não!

Já o signo solar do meu pequeno é Virgem, signo da casa 4 do meu mapa. Casa 4 fala sobre ancestralidade, tema que trabalhei bastante tanto com a Ginecologia Natural quanto em uma imersão em Constelação Familiar que fiz.

Normalmente, a casa que está associada aos filhos é a casa 5. Mas cada história é única. No meu caso, os assuntos da casa 4 tiveram muito mais ligação com o tema da maternidade.

E confesso que quando eu estava grávida, desconfiei que ele viesse virginiano mesmo. Foi no dia que eu fiquei tentando ver algum indicativo no meu mapa e percebi que o regente de Virgem, Mercúrio, estava na casa 2, que tem Câncer na cúspide. Câncer, que é o signo da maternidade. Na época até mandei mensagem pra Cris perguntando se era viagem ou se fazia sentido. E ela disse que era uma leitura bem profissional. : )

E, agora, quando ela mandou a leitura do mapa dele, conversamos bastante sobre uma questão que eu tenho sentido desde que ele nasceu. Uma necessidade imensa de estar perto da minha mãe. Toda puérpera tem essa necessidade. Mas eu tenho sentido isso muito forte. E a explicação está justamente na casa 4 do meu mapa. Essa casa é o fundo do céu, nosso lar, nossas raízes. Tem como um de seus assuntos a família. E também genética, origem e segurança emocional. Como eu disse, a minha está em Virgem. E a energia solar do Davi em Virgem aflorou em mim os assuntos da casa 4. Não é muito interessante?! Eu fico fascinada.

Bom… e pra finalizar, uma notícia bem legal. Combinei com a Cris que compartilharei aqui, toda semana, a “carta da semana”, conteúdo que ela manda para a sua rede de contatos todo domingo. Sempre que eu recebo e leio, ascendem algumas luzes na minha cabeça e eu começo a olhar com mais atenção o fluxo dos aspectos e como eles se cruzam com meu mapa natal. Esse hábito é muito legal. Faz com que comecemos a entender melhor o universo da astrologia e também nos impulsiona a rituais de autocuidado, que ajudam a entrar em sintonia com a energia astral em trânsito. Recomendo!

3 comentários Adicione o seu

  1. sonia alice disse:

    Filha amada, quanta emoção pode caber no coração de uma mãe! Você agora já pode saber!!! E, dia a dia, depois de todos esses anos, ver seu amadurecimento, busca por conhecimento, pela conexão com o divino, com a natureza, com a espiritualidade me faz tão plena e grata!
    Hoje ainda, falamos sobre como somos abençoadas!!!
    Que, cada vez mais, vc possa merecer, se inspirar, encantar e fazer muitas conexões de luz e amor em cada palavra viva que flui da sua escrita!!!!

    Curtido por 1 pessoa

    1. Bruna Mesquita disse:

      Mãe, você é a minha inspiração e exemplo! Muita gratidão por ser sua filha e o Davi ter uma avó tão maravilhosa.

      Curtir

  2. Danico disse:

    Que belo texto.
    Inspirador!!!

    Curtido por 1 pessoa

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